A Flauta Mágica é, para Bergman, uma memória de infância. Na passagem à tela desta ópera, o realizador reforçou o sentimento de irrealismo feérico contido no libreto de Schikaneder. Bergman não hesitou em abreviar um pouco o libreto original, nomeadamente o segundo acto, propondo, desta forma, uma das primeiras versões revista e, contudo, completamente coerente, de uma ópera de Mozart. Legendado em Português.